Dr. Mario Celso Schmitt

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AGOSTO DOURADO INCENTIVA SOCIEDADE A APOIAR O ALEITAMENTO MATERNO

07/08/2017


 

Agosto ganhou uma nova cor. Dourado, em referência ao alimento considerado padrão ouro para a promoção da saúde infantil. A partir deste ano, o Brasil passa a ter um mês dedicado a discutir e incentivar o aleitamento materno, definido pela lei federal 13.435. O leite proveniente da mãe é a principal força para o futuro saudável dos filhos, é capaz de reduzir em 13% a mortalidade de crianças menores de cinco anos por causas evitáveis e reduz o risco de desenvolvimento de doenças crônicas como diabetes e hipertensão. Amamentar não é apenas uma função materna. É de toda a sociedade.

 

 

Duas em cada três mulheres têm dificuldade de amamentar. Razões não faltam para ajudá-las. A amamentação é um dos momentos mais importantes na construção do elo entre mãe e filho. Além disso, o leite humano é o alimento essencial para o desenvolvimento do bebê nos seus primeiros meses de vida.  Este mês, instituído como “Agosto Dourado”, tem o intuito de promover, proteger e apoiar o aleitamento materno.

1. A amamentação diminui a mortalidade de crianças. 

Estimativas recentes sugerem que a amamentação, se fosse ampliada para níveis quase universais, poderia prevenir cerca de 12% das mortes de crianças menores de 5 anos a cada ano, ou cerca de 820.000 mortes em países de média e baixa renda.  

2. A amamentação exclusiva protege contra mortes infantis causadas por doenças infecciosas.

Crianças menores de 6 meses amamentadas exclusivamente tem risco 41% menor de morrer que as crianças em aleitamento materno predominante, 78% menor que as em aleitamento materno parcial e 88% menor que as não amamentadas.

3. A amamentação diminui o risco da Síndrome da Morte Súbita do Lactente.

As crianças amamentadas têm risco 36% menor de serem vítimas da Síndrome da Morte Súbita do Lactente.

4. A amamentação poderia prevenir mais da metade dos episódios de diarreia.

As crianças amamentadas possuem menos risco de ter diarreia:redução de 63% em menores de 6 meses e de 54% em crianças entre 6 meses e 5 anos,quando comparadas com crianças não amamentadas ou amamentadas por um período menor.

5. A amamentação não só previne o aparecimento de episódios de diarreia, como também diminui a gravidade da doença.

Mais de dois terços das internações hospitalares por diarreia em crianças menores de 5 anos (72%) poderiam ser prevenidas com a amamentação.

6. A amamentação poderia prevenir um terço das infecções respiratórias nos 2 primeiros anos de vida.

Crianças amamentadas menores de 2 anos tem um risco 32% menor de adquirir infecção respiratória baixa quando comparadas com crianças não amamentadas ou amamentadas por um período menor.

7. Crianças amamentadas têm menos internações por infecção respiratória baixa nos primeiros 2 anos de vida.

 

Mais da metade das internações por infecções respiratórias baixas (57%) em crianças menores de 2 anos poderiam ser evitadas pelo aleitamento materno.

 

 

 

 

 

 

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